InícioEconomiaContratações formais atingem 278.639 novos postos em agosto

Contratações formais atingem 278.639 novos postos em agosto

Segundo o Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor de Serviços puxou a alta na geração de novos empregos

Dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Previdência demonstram que a economia permanece aquecida, com contratação de trabalhadores com carteira assinada. Segundo o Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados do MTP (Caged), Brasil alcançou um saldo positivo de 278.639 postos de trabalho formais no mês de agosto. O saldo, é resultado de 2.051.800 contratações contra 1.773.161 demissões no período.

No ano, foram gerados 1.853.298 postos, com 15.653.839 contratações e 13.800.541 demissões. Se considerados os últimos 12 meses, o total de empregos gerados chega a 2.455.662 postos formais.

Ao detalhar os números, o ministro do Trabalho e Previdência, destacou o crescimento das contratações na indústria, o que para ele sinaliza um crescimento consistente da economia e melhora no salário do trabalhador. “É o terceiro mês que a indústria está crescendo, isso quer dizer que nós estamos retomando o movimento da indústria e isso é da maior importância porque traz maior valor agregado aos nossos produtos”, disse Oliveira.

Ele ressaltou ainda que o aquecimento na indústria vai proporcionar uma elevação nos salários. “Via de regra, a indústria requer melhor qualificação, consequentemente, a indústria crescendo, a média do salário do brasileiro acaba crescendo também”.

Segundo o Caged, o setor que mais contratou em agosto foi o de Serviços (+141.113 postos); seguido pela Indústria (+52.760 postos); Comércio (+41.886 postos) e Construção Civil (+35.156 postos).

Comparação com 2021

Embora o governo celebre a elevação nas contratações em agosto, o saldo é inferior ao verificado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 388.267 novas vagas.

Os técnicos do ministério destacaram que a elevação exagerada em 2021 se deveu à retomada das contratações após o número alto de demissões provadas pela pandemia da Covid 19. Por isso, já era esperado que essa excepcionalidade não se repetisse.

“No ano de 2021 mós estávamos saindo da pandemia, então a partir daquele do decrescimento que houve durante pandemia, houve uma subida muito forte. Sabíamos que não haveria estabilidade porque se tratava de uma retomada, agora já alcançamos a estabilidade e continuamos com o saldo positivo”, comentou o secretário de Trabalho do ministério, Mauro de Souza.

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