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Kamala Harris confronta governo chinês ao dizer que vai “aprofundar laços não oficiais” com Taiwan

Vice-presidente dos EUA disse que o país busca aproximação com Coreia do Sul e Japão

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, desafiou diretamente a China acusando-a de “comportamento perturbador” e “provocações” a Taiwan nesta quarta-feira, 28, em um destróier americano em um base naval no Japão. Harris disse que os EUA vão “aprofundar laços não oficiais” com Taiwan, país que a China vê como parte de seu território.

As crescentes tensões sobre Taiwan aumentaram o potencial de conflito. E a estratégia americana é confrontar o governo chinês, que depende de alianças estratégicas para impor sua posição. Coreia do Sul e Japão, que Harris descreveu como o “pino” e “pedra angular” da estratégia americana na Ásia, permanecem em desacordo entre si, divididos pelo legado da Segunda Guerra Mundial, apesar dos esforços renovados na reconciliação.

Harris, cuja viagem de quatro dias à região foi marcada pelo funeral de estado para o ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, disse a repórteres que vê a política externa americana na região “no contexto de um relacionamento trilateral” entre EUA, Japão e Coreia do Sul, todos trabalhando juntos.

O Japão colonizou a Península Coreana anos antes do início do conflito, enviando muitas pessoas ao trabalho forçado e mulheres à escravidão sexual. Décadas depois, tensões continuam a transbordar dos livros de história e em debates sobre comércio, tecnologia e compartilhamento de inteligência.

Embora o Japão e a Coreia do Sul estejam tomando medidas para reparar seu relacionamento, o progresso permanece incerto. Os líderes de ambos os países enfrentam problemas políticos e desafios domésticos que podem tornar mais difícil chegarem a compromissos no exterior.

A Coreia do Sul acredita que tem direito a uma compensação adicional do Japão e uma aceitação mais completa da culpa. Os líderes japoneses resistiram, dizendo tais questões já foram resolvidas. Os EUA estão incitando ambos os lados a se comprometerem enquanto tentam reorientar suas alianças para combater a força crescente da China.

Agência Estado.

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