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ELEIÇÃO 2022: renovação no Senado deve ser de mais de 50%; uma vaga está em jogo nos Estados

Dos 13 senadores que disputam a reeleição, a previsão é que somente seis têm chances de retornar ao mandato

Se para os governos dos Estados e presidência da República as disputas estão acirradíssimas, tensas e num jogo de tudo ou nada. Imagine para o Senado. Ainda mais que nesta eleição está em jogo apenas uma vaga no Parlamento federal o que afunila ainda mais a concorrência eleitoral.

Dos 27 senadores candidatos naturais à reeleição, 14 ou se aposentaram ou estão disputando outros cargos eletivos e 13 disputam a renovação do mandato. No entanto, levantamento feito pelo Mais Brasil News, com base nas pesquisas eleitorais nos Estados, dos 13 que sonham em retornar ao Senado, somente seis têm chances de se reeleger. Os outros sete estão com as reeleições ameaçadas por concorrentes de peso em suas bases eleitorais.

Entre os 14 que decidiram abandonar o Senado, oito se aposentaram da política – pelo menos neste pleito; um disputa a presidência da República, Simone Tebet (MDB-MS); um ao governo do Estado de Alagoas, Fernando Collor (PTB-AL); um a vice-governadora do Acre, Maílza Gomes (PP-AC); e três a deputado federal: Elmano Ferrer (PP-PI), José Serra (PSDB-SP) e Laisier Martins (Podemos-RS).

Outros 18 senadores que estão com os mandatos vigentes até 2027 também estão disputando esta eleição, mas em cargos do Executivo, como governos estaduais e presidência e vice-presidência da República, a exemplo das senadoras Soraya Thronicke (União-MS) e Mara Gabrilli (PSDB-SP).

Já os potenciais reeleitos, conforme desempenho nas últimas pesquisas eleitorais são:

Álvaro Dias (Podemos-PR)

Davi Alcolumbre (União-AP)

Omar Aziz (PSD-AM)

Otto Alencar (PSD-BA)

Romário (PL-RJ)

Wellington Fagundes (PL-MT)

Os senadores que estão com suas reeleições ameaçadas são:

Acir Gurgacz (PDT-RO), ameaçado por Mariana Carvalho (Republicanos-RO). O senador, inclusive, aparece em sétimo lugar nas intenções de votos de pesquisas eleitorais no Estado;

Alexandre Silveira (PSD-MG), que pode perder a vaga para Cleitinho (PSC-MG);

Dário Berger (PSB-SC), que pode perder a vaga para Raimundo Colombo (PSD-SC);

Kátia Abreu (PP-TO), ameaçada pelo avanço de Profª Dorinha (União-TO) nas pesquisas;

Roberto Rocha (PTB-MA), que corre o risco de perder a cadeira para o ex-governador Flávio Dino (PSB-MA);

Rose de Freitas (PL-ES), que está ameaçada pelo favoritismo de Magno Malta (PL-ES) nas pesquisas;

Telmário Mota (Pros-RR), que está em desvantagem frente ao favoritismo de Dr. Hiran (PP-RR).

Os oito que resolveram dar um tempo na política são:

Fernando Bezerra (MDB-PE)

Jean Paul Prates (PT-RN)

Luiz Carlos do Carmo (PSC-GO)

Maria do Carmo Alves (PP-SE)

Nilda Godim (MDB-PB)

Paulo Rocha (PT-PA)

Reguffe (sem partido-DF)

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Novatos

Somados os que desistiram de concorrer à reeleição aos que decidiram concorrer outros cargos e além daqueles que estão ameaçados, a nova composição do Senado a partir de fevereiro de 2023 deve contar com 21 novatos.

Alguns já tem experiência na política, como os ex-governadores Renan Filho (MDB-AL), Wellington Dias (PT-PI), Marconi Perillo (PSDB-GO), Márcio França (PSB-SP) e Olívio Dutra (PT-RS).

Outros nomes que também devem figurar como estreantes no Senado estão a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) e a ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina (PP-MS).

Estes prováveis eleitos são nomes que despontam nas pesquisas eleitorais em seus respectivos Estados e aprecem em vantagem dentre seus adversários.

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