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Empresa de esterilização promove simpósio com profissionais referências em prevenção de infecção hospitalar

A palestra aconteceu na última semana, em São Paulo, durante o 13º Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, a convite da BP Esterilização

O Brasil possui uma taxa média de infecção hospitalar de 14% contra os 5% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados são do Ministério da Saúde e acendem um alerta para um ato simples: a necessidade da higienização correta das mãos.

Além disso, mostra que medidas essenciais de combate a bactérias, como a adoção de um protocolo de higienização dos ambientes, leitos e superfícies, e materiais cirúrgicos, podem reduzir substancialmente os riscos de infecção.

Foi isso que a doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e PhD em Enfermagem em Leicester (UK), Kazuko Graziano, explicou na palestra que ministrou no simpósio satélite realizado na última semana, em São Paulo, durante o 13º Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, a convite da BP Esterilização.

“O maior desafio de uma empresa é levar boas práticas, mas também materiais tão bem esterilizados de forma que eles possam ser um instrumento de redução de infecções e não um agente propagador, e isso a BP tem feito”, afirmou. Outro ponto importante é a cultura da higienização das mãos em todas as etapas e por todos os profissionais, sistema que BP aplica com rigor junto aos seus colaboradores.

Foto: Divulgação

A BP, é uma empresa amazonense que é considerada referência no Brasil em esterilização hospitalar, com certificação ISSO 9001, sendo a única central de material e esterilização (CME) que atende 51 unidades públicas de saúde no Amazonas de forma externa e está há sete anos sem nenhum registro de infecção causada pelo material esterilizado pela empresa.

Para se ter uma ideia, conforme a OMS, o impacto das infecções associadas à atenção à saúde e da resistência antimicrobiana na vida das pessoas é incalculável. Mais de 24% dos pacientes afetados por sepse associada à atenção à saúde e 52,3% dos pacientes tratados em uma unidade de terapia intensiva morrem a cada ano. As mortes aumentam de duas a três vezes quando as infecções são resistentes aos antimicrobianos.

Por isso, a OMS recomendou que os investimentos em prevenção de infecção hospitalar e, logo, em esterilização, sejam ampliados a fim de reduzir o número de mortes causadas por infecção hospitalar.

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