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União Brasil, MDB e PSB lideram entre os partidos que podem eleger mais governadores no país

Entre os potenciais eleitos, os palanques regionais estão divididos entre os presidenciáveis Bolsonaro e Lula

Se a eleição fosse hoje o partido União Brasil, que é a fusão do DEM com o PSL, poderia conseguir um recorde eleitoral: eleger entre cinco a sete governadores nos Estados, a maioria no Nordeste do país.

Em nível nacional, o partido tem a senadora Soraya Thronicke candidata a presidente da República juntamente com o vice, Marcos Cintra. Mas isso não significa que a representante do União Brasil tenha o apoio declarado de todos estes candidatos.

No Amazonas, por exemplo, o atual governador, Wilson Lima, que é filiado ao partido, está fazendo palanque para a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). O mesmo acontece no Mato Grosso, com Mauro Mendes à reeleição e aliança com Bolsonaro.

Além desses dois, os potenciais vencedores do União Brasil nos Estados são: Coronel Marcos, em Rondônia; ACM Neto, na Bahia; Capitão Wagner, no Ceará; Silvio Mendes, no Piauí; e Ronaldo Caiado, em Goiás. Todos os citados lideram as pesquisas de intenção de voto; alguns aparecem empatados tecnicamente com outros candidatos, como em Rondônia, em que Ivo Cassol, do PP, está no encalço de Coronel Marcos.

Nesse cenário, Bolsonaro tem alguns palanques cativos para sua reeleição, além de candidatos do PP, Republicanos e mesmo do PL, seu partido, com chances de eleição.

Bolsonarista, Gladson Cameli (PP-AC) pode ser reeleito, segundo aponta última pesquisa Ipec. Antônio Denarium (PP), em Roraima, também é outro palanque do atual presidente.

No caso do Republicanos, que integra a coligação nacional em torno de Bolsonaro, este partido tem dois candidatos com chances de se eleger nos Estados: Wanderlei Barbosa, em Tocantins, e Moisés, em Santa Catarina.

Já o PL, a única chance real é com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que lidera as pesquisas eleitorais. Em Sergipe, o favorito é Valmir de Francisquinho, mas ele teve a candidatura impugnada pelo Tribunal Regional do Estado e está recorrendo para se manter no páreo.

MDB tenta respirar

O MDB tem candidatos em quase todos os Estados, mas com chances reais de vitória, segundo as pesquisas eleitorais, apenas em quatro: Hélder Barbalho, no Pará; Paulo Dantas, em Alagoas; Ibaneis Rocha, no Distrito Federal; e André Puccinelli, no Mato Grosso do Sul.

Em Alagoas e no Pará, o apoio é para a reeleição do ex-presidente Lula; no DF, para Bolsonaro e, no MS, o candidato está neutro. Além do partido, a outra semelhança entre os quatro é que nenhum deles está pedindo voto para a candidata a presidente do MDB, a senadora Simone Tebet, que é do Mato Grosso do Sul.

PSB no páreo

Com três candidaturas praticamente eleitas pelo país, o partido é palanque de Lula nos Estados do Espírito Santo (Renato Casagrande); Maranhão (Carlos Brandão) e Paraíba (João Azevedo).

Já o PT, partido de Lula, tem chances de eleger apenas dois: Fernando Haddad, em São Paulo, o maior Estado em densidade populacional e onde se concentra o maior centro econômico do país; e Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte.

Sobreviventes

Solidariedade luta para eleger dois representantes: Clécio Luís, no Amapá; e Marília Arraes, em Pernambuco.

Novo, PSD e PSDB devem eleger um governador nos Estados de Minas Gerais (Romeu Zema), Paraná (Ratinho Júnior) e Rio Grande do Sul (Eduardo Leite). À exceção de Leite, os outros dois tentam a reeleição do mandato.

A eleição em 1º turno acontece dia 2 de outubro e, a de 2º turno, em 30 de outubro.

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