InícioPolíticaPresidente da Câmara suspende a sessão e adia votação da PEC ‘Kamikase’

Presidente da Câmara suspende a sessão e adia votação da PEC ‘Kamikase’

Na sessão desta quinta-feira (7) tinham apenas 427 dos 513 deputados.

Para não por em risco a PEC apelidada de ‘Kamikase’ o presidente da Câmara, Arthur Lira, decidiu adiar para a próxima terça-feira (12) a votação da Proposta de Emenda Constitucional que cria benefícios sociais.

“Só para esclarecer, não vou arriscar nem essa pec, nem a próxima pec com esse quórum na câmara hoje, 427. Nada mais havendo a tratar, vou encerrar os trabalhos”, concluiu Lira.

Mais cedo os parlamentares chegaram a fazer uma sessão deliberativa que durou apenas um minuto na tentativa de acelerar a votação da proposta. De acordo com a Constituição para que ocorra a aprovação de uma Pec são necessários, pelo menos, 308 votos favoráveis.

A deputada Joice Halsseman fez um discurso duro e afirmou que esta é a PEC da safadeza.

“Pelo amor de Deus… em que Brasil essa gente vive? Temos a quarta maior inflação do G20. Temos que enfrentar essa vergonha com essa PEC, que é a pec do desespero, da compra de votos… É a pec da safadeza. O governo fez a base engolir o projeto goela abaixo”, afirmou Halsseman.

O deputado Reginaldo Lopes, afirmou que ainda faltam estudos sobre os impactos da PEC.

“Não foi apresentado um estudo sobre o impactos fiscais em relação a esta PEC. Neste sentido a Constituição deixa demarcado que é importante a sociedade conhecer. O que nos queremos garantir ao estado brasileiro é que se essa pec for aprovada o estado vai honrar, mesmo que de maneira provisória, temporária, no improviso, esses benefícios, até dezembro”, explicou Lopes.

Apesar das criticas, o Deputado, Coronel Tadeu saiu em defesa da proposta e afirmou que não é um medida eleitoreira como integrantes da oposição estão chamando.

“Não se trata de uma medida eleitoreira, pois o Brasil passa por uma fase muito difícil de alta de preços, de elevação da inflação, o mundo inteiro está passando por isso e o governo tem que fazer a sua parte apoiado pelo parlamento que é quem vai dar as ferramentas necessárias para o governo gastar os quarenta e um bilhões de reais”, esclareceu Coronel Tadeu.

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