InícioTurismoPrejuízo do turismo na pandemia ultrapassa R$ 515 bi, diz CNC

Prejuízo do turismo na pandemia ultrapassa R$ 515 bi, diz CNC

Segundo projeção da entidade, setor deve encerrar 2022 com alta de 2,8% em relação ano passado

Em avaliação recente, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) calculou que as atividades turísticas no Brasil já somam um prejuízo de R$ 515 bilhões desde o início da pandemia no país.

De acordo com a analise da entidade, baseada nos dados divulgados pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de receitas do segmento deve restabelecer o nível registrado em fevereiro de 2020, no terceiro trimestre deste ano. Isso fará com que 2022 se encerre com alta de 2,8% em relação a 2021.

Em abril deste ano, houve uma queda de 3%, que gerou uma perda de R$ 6,3 bilhões, a menos acentuada desde o início da pandemia. Os destaques de prejuízo ficaram concentrados nos estados de São Paulo (R$ 227 bilhões) e Rio de Janeiro (R$ 67,4 bilhões).

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, lembra que nos seis primeiros meses da pandemia, a queda abrupta das atividades turísticas levou o setor a eliminar empregos formais. Houve uma queda de 526,5 mil, o equivalente a 15% da força de trabalho do segmento.

“A reação do turismo tem se traduzido na regeneração do mercado de trabalho formal nessas atividades. Desde maio do ano passado, os saldos mensais entre admissões e desligamentos se mostraram positivos”, observou Tadros.

Do ano passado para cá, segundo a entidade, o setor conseguiu recuperar cerca 290 mil das vagas, destacando-se bares e restaurantes (+220,5 mil) e serviços de hospedagem (+61,2 mil).

Já o setor de serviços, cresceu 0,2% em abril e apresentou expansão pelo 14º mês consecutivo, registrando aumento de 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os destaques foram os serviços prestados às famílias, que apresentaram crescimento de 1,9%, e os de informação e comunicação, que avançaram 0,7%, puxando a alta no mês.

Com informações da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)

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